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Banco da Esperança?

por Alda Telles, em 22.12.10


 


Alguém reparou nesta informação de um leitor do Diário de Notícias de ontem? Será verdade? É que, a ser, iria ao encontro daquilo que tenho debatido en petit comité entre amigos e no Twitter: está na altura de termos na presidência uma figura da sociedade civil que seja credível e independente, que tenha provas dadas na sua capacidade de mover os portugueses, de lançar e gerir grandes empreendimentos e, porque não, que seja uma mulher. Há muito tempo que Isabel Jonet, que descobriu a pobreza há vários mandatos presidenciais, era a minha primeira escolha. E depois a Leonor Beleza.


É pena que tenhamos deixado escapar esta oportunidade. São mais cinco anos.

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1 comentário

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atelles a 22.12.2010

João, quando defendo uma solução como Isabel Jonet ou Leonor Beleza, é como resposta à pergunta "Quem, na sociedade actual, e que não seja necessariamente (não excluindo) político profissional, é figura suficientemente conhecida, distinta e inspiradora para mobilizar os portugueses numa eleição presidencial?". E as respostas são, lamentavelmente, poucas.
Isabel Jonet distingue-se, para mim, não pela inspiração católica e benemérita que o BA tem na sua origem, mas pela capacidade e pragmatismo com que construiu e expandiu uma organização. E mobiliza pessoas e empresas para um fim comum. É um banco alimentar, mas podia ser uma cidade ou um país. Capacidade de organização, direcção e influência já demonstrou.
O mesmo com Leonor Beleza. Fora da política, demonstrou toda a sua competência e capacidade para criar em Portugal um dos mais inovadores centros de investigação do mundo.
Política e cidadania não devem ser incompatíveis, antes pelo contrário.
Quanto à vaga de assistencialismo político que cavalgamos, estou absolutamente de acordo consigo e com o seu post. Existem os governos (as políticas de combate à pobreza, os rendimentos mínimos, o SNS, etc) e as organizações devidamente credenciadas para gerir a assistência social. Todo o resto é retrocesso civilizacional.
Mas não era esse, antes pelo contrário, o ponto do meu post.

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