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São poejos, senhor

por Alda Telles, em 13.02.11


 


A pedido de várias famílias (bom, pelo menos a pedido do blogmaster falcao), partilho aqui o meu evento prandial de hoje.


 


Açorda de Cherne


 


Coze-se uma posta de cherne (que arrepiou durante a noite). Faz-se um piso com seis dentes de alho, um molho de poejos e sal marinho grssso. Corta-se fatias de pão de Santana da Serra (à venda numa charcutaria de Lisboa que eu cá sei, mas que não vou partilhar porque ao meio-dia o pão já está esgotado).


Numa terrina (eu fiz numa panela de esmalte vietnamita, porque conserva mais tempo o calor), junta-se ao piso seis colheres de sopa de azeite (no caso, da Cartuxa) e o pão aos pedaços. Deita-se a água (a ferver) onde cozeu o cherne e o, finalmente, o dito. Vai logo para a mesa.*


Acompanhou com Pequeno João, da Herdade da Malhadinha.


 


(para entreter, uma entrada sempre apreciada: ovos de codorniz estrelados com paio de porco preto. Frita-se ligeiramente o paio e juntam-se os ovos, previamente abertos num prato).


 


* A cozinha alentejana, a melhor do mundo, deixa-nos cozinhar maravilhas com o que temos à mão. No caso, tinha um tomate, que juntei, para contrabalançar o adocicado do peixe e do poejo. Se tivesse pimentos verdes, também era capaz de juntar.

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