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À dúzia pode ser mais caro

por Alda Telles, em 29.03.11


 


Um dos credos do marketing que parece andar esquecido é a relevância: “If you want to sell to me, solve my pain. And if you want to talk about my pain, do it in my language.


Com o desenvolvimento da tecnologia e dos media sociais criou-se a ilusão de que todos podem fazer tudo. A quantidade de buzzwords criadas neste mundo digital (contents, integration, engagement, mobile, generate, listen, measure, seo...) confunde os clientes e as próprias agências, que não sabem onde andará a verdadeira vantagem competitiva. À cautela, oferecem tudo (incluindo "assessoria mediática").


Ora, desde que existe marketing que se sabe que o posicionamento "fazemos tudo mais um par de botas" pode ser fatal.


Essa é provavelmente a explicação para as dificuldades que atravessam as empresas de marketing digital. E outras áreas se seguirão.

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1 comentário

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Mr. Steed a 29.03.2011

Por outro lado, passou a novidade. Dissipou-se a vantagem competitiva que uns poucos tinham de serem os únicos a compreender "o admirável mundo da Internet".

Algures no tempo, a new media" deixou de ser assim tão new " e incorporou-se naturalmente na "media".

Ainda me lembro da primeira vez que vieram falar comigo sobre "a Internet", nos idos dos 90 do século passado. Eram uns tipos com ar estranho, armados em cyberpunks e tinham um discurso hermético, a puxar para o esotérico, como se aquilo fosse uma religião. Eu estava a lançar o Johnny Mnemonic ", baseado num conto do William Gibson , autor que eles veneravam com o mesmo fervor com que hoje se venera o FMI.

Hoje, trabalham de gravatinha como "editores de conteúdos digitais" ou algo que o valha. Tudo posições respeitáveis e muito mainstream :). O cyberpunk é giro, mas passou à história, numa época em que até a avozinha já manda e-mails.

Na verdade, em quase tudo, o "marketing e comunicação digital" funciona como o "marketing analógico".

Precisamos de alguém que domine a parte técnica, mas antes passava-se o mesmo. E a parte técnica não é nada sem brains " e experiência.

Salvaguardando algumas particularidades, ainda comunicamos para homo sapiens sapiens e os comportamentos não mudaram assim tanto. Por mais expressões e pretensas novidades e métricas e mambo jambo que queiram injectar, no fim de cada dia ainda tem tudo a ver com aumentar vendas, criar reputação, defender a marca de ataques externos, etc., etc., etc....

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